Narrativa

Leia o excerto de Parque Industrial, de Patrí (Pagu), romance publicado originalmente em 19 Na grande penitenciária social os teares marcham esgoelando. Bruna está com sono. Estivera num baile a e aperta com raiva os olhos ardentes. Abre a boceja. Os cabelos toscos estão polvilhados d — Puxa! Que este domingo não durou... Os dormir à vontade. — Bruna! Você se machuca. Olha as tranças É o seu companheiro de perto. O chefe da oficina se aproxima, vagaroso, — Eu já falei que não quero prosa aqui! — Ela podia se machucar... — Malandros! É por isso que o trabalho nã vagabunda! Bruna desperta. A moça abaixa a cabeça re preciso calar a boca! Assim, em todos os setores proletários, t todas as semanas, todos os anos. (P A obra trata do processo de industrialização o trabalho operário no Brasil das primeiras d século XX. No excerto, o trecho

  1. A)“Os ricos podem dormir à vontade” indica Bruna das diferenças sociais e do comprom trabalhador com sua produtividade.
  2. B)“Na grande penitenciária social os teares ca que os três personagens trabalham para pena judicial a que foram condenados.
  3. C)“Eu já falei que não quero prosa aqui” in paternalista que o chefe da oficina manté lhadoras da fábrica.
  4. D)“Assim, em todos os setores proletários, indica uma generalização dos riscos de ac balho no espaço das fábricas.
  5. E)“A moça abaixa a cabeça revoltada” indica a disposição íntima de Bruna e o sistema opressivo do mundo fabril.GABARITO

Explicação

# Análise da Questão - Parque Industrial (Pagu) ## **ALTERNATIVA E (CORRETA)** "A moça abaixa a cabeça revoltada" sintetiza perfeitamente o conflito central do romance: a **contradição entre a revolta interior e a submissão forçada**. Bruna abaixa a cabeça fis... Ver explicação completa e trilha adaptativa →

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