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Impeachments não são golpes. Não são, tampouco, processos regulares de substituição de presidentes eleitos. São, e devem ser, processos excepcionais. Suas consequências para o sistema político são incomensuráveis. Como afirmou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em março de 2015: “Impeachment não é uma coisa desejável e ninguém se propõe a liderar isso. […] Impeachment é como bomba atômica, é para dissuadir, não para usar”. (Fernando Limon Operação impeachment: Dilma Rousseff e o Brasil da Lava Jato, 20 Ao caracterizar a possibilidade de impeachments no Brasil das últimas décadas, o excerto

  1. A)apoia a necessidade dos processos de impeachment dos presidentes Fernando Collor, em 1992, e Dilma Rousseff, em 2016.
  2. B)destaca a capacidade destrutiva do impeachment, mas enfatiza seu caráter decisivo para a preservação da atual democracia brasileira.
  3. C)defende os processos de impeachment no Brasil recen­ te, mas atesta sua incompatibilidade com a ordem c­onstitucional.
  4. D)caracteriza o processo de impeachment de Fernando Collor, em 1992, como legítimo, e o de Dilma Rousseff, em 2016, como golpista.
  5. E)reconhece a legitimidade constitucional do impeachment, mas alerta para os riscos de tal processo para a democracia brasileira.GABARITO

Explicação

# Análise da Questão ## Por que a alternativa E está correta: O excerto apresenta uma **posição equilibrada** sobre impeachments: 1. **Reconhece legitimidade**: "Não são golpes" e "devem ser processos excepcionais" indicam que existem bases constitucionais vál... Ver explicação completa e trilha adaptativa →

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