Poesia

O oxímoro é uma “figura em que se combinam palavras de sentido oposto que parecem excluir‐se mutuamente, mas que, no contexto, reforçam a expressão” (HOUAISS, 2001). No poema “Sonetilho do falso Fernando Pessoa”, o emprego dessa figura de linguagem ocorre em: Ulisses O mito é o nada que é tudo. O mesmo sol que abre os céus É um mito brilhante e mudo ‐ O corpo morto de Deus, Vivo e desnudo.

  1. A)“Onde morri, existo” (L. 2).GABARITO
  2. B)“E das peles que visto / muitas há que não vi” (L. 3‐4).
  3. C)“Desisto / de tudo quanto é misto / e que odiei ou senti” (L. 6‐8).
  4. D)“à deusa que se ri / deste nosso oaristo” (L. 10‐11).
  5. E)“mas não sou eu, nem isto” (L. 14). Este, que aqui aportou, Foi por não ser existindo. Sem existir nos bastou. Por não ter vindo foi vindo E nos criou.

Explicação

# Análise da Questão sobre Oxímoro ## Alternativa A (CORRETA) **"Onde morri, existo"** Apresenta oxímoro perfeito: "morri" e "existo" são antônimos que se combinam no mesmo verso. A morte e a existência parecem excludentes, mas no contexto, reforçam a ideia pa... Ver explicação completa e trilha adaptativa →

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