Narrativa
I. Surge então a pergunta: se a fantasia funciona como realidade; se não conseguimos agir senão mutilando o nosso eu; se o que há de mais profundo em nós é no f contas a opinião dos outros; se estamos condenados a atingir o que nos parece realmente valioso –, qual a diferença entre o bem e o mal, o justo e o injusto, o errado? O autor passou a vida a ilustrar esta perg é modulada de maneira exemplar no primeiro e mais conhecido dos seus grandes romances de maturidade. II. É preciso todavia lembrar que essa ligação com o pr geográfico e social só adquire significado pleno, i atua sobre o leitor, graças à elevada qualidade art livro. O seu autor soube transpor o ritmo mesológic própria estrutura da narrativa, mobilizando recurso fazem parecer movida pela mesma fatalidade sem saíd (...) Da consciência mortiça da personagem podem em os transes periódicos em que se estorce o homem esm pela paisagem e pelos outros homens. Nos fragmentos I e II, aqui adaptados, o crítico Antoni avalia duas obras literárias, que são, respectivamente,
- A)Relíquia e Sagarana.
- B)O Cortiço e Iracema.
- C)Sagarana e O Cortiço.
- D)Mayombe e Minha Vida de Menina.
- E)Memórias Póstumas de Brás Cubas e Vidas Secas.GABARITO
Explicação
# Análise da Questão de Literatura ## Por que a alternativa E está correta: O fragmento I trata de um romance que explora filosoficamente dilemas morais (bem/mal, justo/injusto) e a relação entre fantasia e realidade como condição humana. **Memórias Póstumas d... Ver explicação completa e trilha adaptativa →