“Se a derrama for lançada, há levante, com certeza. Corre-se por essas ruas? Corta-se alguma cabeça? Do cimo de alguma escada, profere-se alguma arenga? Que bandeira se desdobra? Com que figura ou legenda? Coisas da Maçonaria, do Paganismo ou da Igreja? A Santíssima Trindade? Um gênio a quebrar algemas? Atrás de portas fechadas, à luz de velas acesas, entre sigilo e espionagem, acontece a Inconfidência.” Os versos de Cecília Meireles, no Romanceiro da Inconfidência, remetem
- A)à insurreição promovida por maçons e reinóis, adept iluminismo, contra a cobrança do quinto real sobre exploração de diamantes na Capitania de Minas Gerai
- B)à possibilidade de sublevação motivada pela defesa liberdade, por indivíduos de diferentes setores de Gerais, ante a ameaça de cobrança de impostos metropolitanos.GABARITO
- C)à disputa entre católicos apoiadores do recolhiment dízimo nas Minas Gerais e republicanos defensores d suspensão de impostos cobrados pelo Estado e pela I
- D)ao movimento de setores reacionários da sociedade mineira, responsáveis por conspirar contra os idealizadores da Conjuração e denunciar os seus pla revolução.
- E)à trapaça e delação, que fizeram parte da Conjuraçã ocorreram em razão das discrepâncias ideológicas do denunciantes em relação aos rebelados.
Explicação
# Análise da Questão - Romanceiro da Inconfidência ## **ALTERNATIVA B (CORRETA)** Cecília Meireles retrata a **Inconfidência Mineira** como movimento de resistência à cobrança de impostos ("derrama"). O poema evoca a possibilidade de revolta ("há levante, com ... Ver explicação completa e trilha adaptativa →