Geopolitica

Para responder às questões de 13 a 17, leia o saio “Bom dia, senhor Courbet!” do crítico de (1947- ). Gustave Courbet (1819-1877) e sua obra r relação intrincada entre aquilo que é subjeti coletivo; entre aquilo que é biografia indivi é pintura propriamente dita. Não se trata de meira vista, sedutora. Ao contrário, ela elim imediato — o fascínio das belas cores, por ex dos temas, torturados ou felizes. Contraditór de ser do artista — que era truculento, tagar barulhento —, essa obra é grave e silenciosa. colhimento, meditação, ela exige a frequentaç ela exige o olhar prolongado. Os quadros de C impressão de conterem elementos destinados a olhar superficial e mesmo, algumas vezes, a h Mas essa obra e seu autor, de modo cúmpl ram o desgarramento dos vínculos que submetia a valores que estavam constituídos fora deles os artistas dependiam de um universo ético qu encarregados de veicular — por exemplo, Jacqu David (1748-1825) celebra a Revolução Frances o Império napoleônico; Eugène Delacroix (1798 de temas que envolvem a liberdade política. O sistimos com a arte de Courbet é ao seu afast critérios externos que possuem valores já con estabelecimento, para o artista, de um lugar dente e que lhe é próprio: este lugar é o da Courbet circunscreve pela primeira vez o camp lidade, e o define como um território de elei privilegiado em relação ao dos outros homens. O artista marginal é aquele que não deve nem ao mundo, nem a ninguém — a não ser a si Ao mesmo tempo independente e consciente da e sua tarefa artística, é obrigado, para manter mesmo, a estabelecer os seus próprios valores obrigado a construir uma ética para si. (https://artepensam arte Jorge Coli Caracteriza-se por uma menor impessoalidade o seguinte trecho do ensaio: evelam uma

  1. A)“Ao mesmo tempo independente e consciente da elevavo e aquilo que é ção de sua tarefa artística, é obrigado, para manter-se à dual e aquilo que altura de si mesmo, a estabelecer os seus próprios valouma obra, à pri- res. Isto é, ele é obrigado a construir uma ética para si.” ina o fascínio mais (3o parágrafo) emplo; o fascínio ia com o modo
  2. B)“Courbet circunscreve pela primeira vez o campo da marela, escandaloso, ginalidade, e o define como um território de eleição, um Ela exige re- território privilegiado em relação ao dos outros homens.” ão persistente, (2o parágrafo) ourbet dão a
  3. C)“Os quadros de Courbet dão a impressão de conterem afugentar o elementos destinados a afugentar o olhar superficial e orrorizá-lo. mesmo, algumas vezes, a horrorizá-lo.” (1o parágrafo) ice, promovem os artistas
  4. D)“Não se trata de uma obra, à primeira vista, sedutora. Ao . Até Courbet, contrário, ela elimina o fascínio mais imediato — o fascíe estavam nio das belas cores, por exemplo; o fascínio dos temas, es-Louis torturados ou felizes.” (1o parágrafo) a, ou celebra -1863) tratará
  5. E)“O que nós assistimos com a arte de Courbet é ao seu que nós as- afastamento desses critérios externos que possuem vaamento desses lores já constituídos, e ao estabelecimento, para o artista, stituídos, e ao de um lugar que é independente e que lhe é próprio: este que é indepen- lugar é o da marginalidade.” (2o parágrafo) marginalidade. o da marginação, um territórioGABARITO

Explicação

# Análise da Questão ## **Resposta Correta: E** A alternativa E apresenta **menor impessoalidade** porque utiliza a primeira pessoa do plural ("nós assistimos"), estabelecendo uma relação direta entre autor e leitor. O crítico Jorge Coli se insere no texto, cr... Ver explicação completa e trilha adaptativa →

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