Mulher, com 19 anos de idade, procura o pronto-socorro de um hospital secundário com queixa de dor abdominal e vômitos há dois dias. Há cerca de quinze dias, apresenta tosse e corizaamareladae, hádezdias, poliúria e polidipsia. Comenta ter emagrecido 12 kg (18% do peso) nas últimas duas semanas. Informa não ter tido febre. Não relata antecedentes mórbidos pessoais ou familiares relevantes. Ao exameclínico, aparecevigil, consciente, orientada. Pontuação na escala de coma de Glasgow = 15. Corada, desidratada 2+/4+, taquipneica. Pressãoarterial=106x62mmHg, pulso = 104 bpm, frequência respiratória = 28 irpm. Abdome doloroso à palpação profunda de epigástrio, sem dor à descompressão brusca. Semiologia cardíaca, pulmonar, e de membros, normais. Saturação de oxigênio em ar ambiente: 99 %. Glicemia capilar à entrada = 364 mg/dL. Foram solicitadas dosagens séricas de eletrólitos, exame sumário de urina e gasometria venosa. Além de se considerar o início de antibioticoterapia para o quadro respiratório alto, a conduta terapêutica imediataadequadaé

  1. A)aguardar os exames, antes de outras etapasdotratamento.
  2. B)iniciar insulinoterapia, em bolus endovenoso, a ser mantida por infusão contínua.
  3. C)aguardar resultado da dosagem de eletrólitos (K+) e iniciar expansão com sorofisiológico.GABARITO
  4. D)preparar expansão com soro fisiológico e reposição de potássio.
  5. E)introduzir expansão com soro fisiológico, reposição de potássio e insulinoterapia.

Explicação

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