Paciente de 4 anos trazido ao PS pelos bombeiros em prancha rígida e colar cervical, após queda de patinete. Iniciado atendimento: A - sangue em cavidade oral, via aérea pérvia após aspiração, sem corpo estranho. B - expansibilidade simétrica, FR 30, sat 94% com MNR, MV+ sem RA. C - FC 146, PA 76x32, BRNF 2t sem sopros, pulsos periféricos finos, bacia estável, dor à palpação de abdome, com equimose em hipogástrio e fossa ilíaca E, TR sem sangramento ou espícula. Obtidos 2 acessos venosos calibrosos, coletados exames e iniciada expansão com SF aquecido 20ml/kg. Solicitado FAST. D - PIFR, acordado, choroso, dextro 90, escala de coma de Glasgow = abertura ocular espontânea / resposta motora obedece a comandos, resposta verbal orientado. E - equimoses descritas, escoriação em cotovelos e braços, sem sinais de fratura. Perna E com desvio e possível fratura, sem lesões na pele local. Sem dor à palpação de coluna, algumas escoriações em dorso. Alinhado MIE e imobilizado. Após 2 expansões, paciente mantinha-se taquicárdico, com pulsos finos e hipotenso. Solicitada 3a expansão com SF. Realizado FAST com pequena quantidade de líquido livre em hipogástrio. Qual a conduta neste momento devido ao quadro hemodinâmico?
- A)Iniciar DVA pelo quadro de choque, aguardar tipagem sanguínea para transfusão de concentrado de hemáceas.
- B)Encaminhar imediatamente ao centro cirúrgico para abordagem.
- C)Solicitar concentrado de hemáceas O negativo pelo provável choque hemorrágico e contactar a equipe cirúrgica para possível abordagem.GABARITO
- D)Solicitar concentrado de hemáceas de acordo com tipagem e solicitar TC de abdome para melhor avaliação de lesão abdominal. 4 venda proibida, Politrauma Queimados Pediatria
Explicação
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