Sobre a utilização da ecografia torácica no manejo das efusões pleurais parapneumônicas em pacientes pediátricos, podemos considerar como limitação(ões) intrínseca(s) do método diagnóstico:

  1. A)a utilização em situações radiológicas de hemitórax opaco, visto que, na presença de grandes quantidades de líquido, perde a capacidade de discernimento entre líquido e parênquima pulmonar.
  2. B)a impossibilidade de detecção de septos ou trabéculas, o que dificulta o estabelecimento de condutas cirúrgicas embasadas exclusivamente pelo método.
  3. C)as dificuldades em detectar diferenças entre as densidades da fase exsudativa (fase I) e da fase de organização (fase III).GABARITO
  4. D)a utilização como ferramenta de orientação para procedimentos, visto que a presença de líquido no espaço pleural modifica significativamente a anatomia das estruturas torácicas.
  5. E)a dificuldade em se realizar o procedimento, visto que, apesar de ser considerado não invasivo e não agregar radiação, exige a necessidade de anestesia geral em muitos pacientes pediátricos.

Explicação

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