Um homem de 31 anos foi vítima de queda de 5 m de altura. Dados no local: FC: 133 bpm, PA: 80 × 60 mmHg, Glasgow: 15. Atendido pelo Serviço de Resgate, chega ao pronto-socorro depois de uma hora, imobilizado com colar cervical e prancha rígida. A via aérea está pérvia. SatO2, com máscara de 12 L/min: 92%. A expansibilidade torácica é normal e o murmúrio vesicular simétrico. FC: 142 bpm, PA: 70 × 50 mmHg. O abdome é flácido e doloroso em hipogástrio. Na pelve, a sínfise púbica tem disjunção e nota-se instabilidade. O toque retal não tem alterações. Continua com Glasgow 15 e pupilas isocóricas e fotorreagentes. Tem lesão extensa de partes moles em região perineal. O e-FAST é positivo em janela hepatorrenal. Foi realizada radiografia de bacia. Em relação ao tratamento cirúrgico deste paciente, é correto afirmar:

  1. A)Se o doente permanecer instável, deve-se realizar tamponamento pré-peritoneal, fixação de bacia e laparotomia supraumbilical.GABARITO
  2. B)A indicação de laparotomia depende do achado de tomografia de corpo inteiro.
  3. C)Se indicada, a angoemibolização deve preceder possível intervenção cirúrgica.
  4. D)Deve ser feita logo a reconstrução da lesão perineal, que é a provável causa da instabilidade do paciente. 2 venda proibida, Trauma II – Trauma de Pelve Cirurgia

Explicação

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