Exame de imagem realizado posteriormente revela vias biliares finas, espessamento de aspecto inflamatório junto à papila duodenal, sem falhas de enchimento, além de pâncreas com atenuação da gordura na cabeça e no corpo, sem coleções. A paciente teve alívio importante da dor após 48 horas da admissão, com os seguintes exames evolutivos: leucócitos: 12.100/µL, TGO: 121 U/L, TGP: 182, BT: 1,1 mg/dL, BD: 0,6 mg/dL, BI: 0,5 mg/dL, FA: 290 U/L, GGT: 351 U/L, amilase: 889 UI/L, lipase: 1.290 UI/L, glicemia: 98 mg/dL, cálcio: 9,7 mg/ dL, PCR: 1. Qual a interpretação dos resultados e conduta a ser seguida?

  1. A)Obstrução mecânica do colédoco distal, com necessidade de CPRE de urgência para desobstrução das vias biliares.
  2. B)Evolução clínica favorável, ausência de cálculo no colédoco descarta CPRE de urgência, há indicação para programar colecistectomia antes da alta hospitalar.GABARITO
  3. C)Persistência da pancreatite e alto risco de formação de pseudocisto inflamatório após 4 a 8 semanas do quadro.
  4. D)Pancreatite edematosa leve em resolução, manter hidratação e liberar dieta oral, sem necessidade de colecistectomia.
  5. E)Pancreatite alcoólica em resolução, iniciar nutrição por sonda nasoentérica distal com baixo teor lipídico.

Explicação

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