Um paciente de vinte anos de idade, sem comorbidades, foi levado ao pronto-socorro após queda de bicicleta. À admissão, apresentava-se com a via aérea pérvia, eupneico, com expansão torácica preservada bilateralmente, ausculta pulmonar normal, sem alterações hemodinâmicas e com 15 pontos na escala de coma de Glasgow. Foi submetido a uma tomografia computadorizada de abdome com contraste endovenoso, que evidenciou uma grande laceração esplênica, levando à desvascularização de cerca de 50% da víscera, sem extravasamento de contraste na fase arterial e com moderada quantidade de líquido livre na cavidade abdominal. O paciente continuava normal do ponto de vista hemodinâmico e não apresentava sinais de peritonite. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta.

  1. A)Esse paciente não é candidato a tratamento não operatório da lesão esplênica, devendo ser indicada prontamente a esplenectomia.
  2. B)Esse paciente é candidato a tratamento não operatório da lesão esplênica e a arteriografia só deve ser solicitada se houver piora do status hemodinâmico.
  3. C)Esse paciente é candidato a tratamento não operatório da lesão esplênica e a arteriografia não deve ser solicitada, uma vez que não há extravasamento de contraste na fase arterial.
  4. D)A indicação de tratamento não operatório nesse paciente depende dos achados da arteriografia.GABARITO
  5. E)A arteriografia com embolização da artéria esplênica deve ser indicada mesmo se sabendo que a esplenectomia é mandatória, pois o primeiro procedimento reduz muito o sangramento intraoperatório. 3 venda proibida, Trauma II – Trauma Abdominal 2 Cirurgia

Explicação

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