Vítima de colisão seguida de queda, um motociclista de 25 anos é levado para um hospital pequeno que não tem centro cirúrgico. Chega intubado, com Glasgow de 6 e pupilas anisocóricas. Pulso: 120 bpm; PA: 85 × 60 mmHg. Saturação de O2: 99%, com máscara de oxigênio. Após 2 litros de cristaloide, a pressão arterial é 115 × 65 mmHg e o pulso 100 bpm. Não tem sangramento externo nem fraturas evidentes. Tem contusão abdominal e o FAST é positivo. Decide-se transferir o paciente para um centro de trauma, onde pode chegar em 20 minutos, por transporte terrestre. No entanto, a pressão arterial volta a cair para 85 × 60 mmHg e o pulso a elevar-se para 110 bpm. Conduta mais apropriada neste momento:

  1. A)discutir com a família e com o centro de trauma a oportunidade de fazer a transferência.
  2. B)suspender a transferência ou transferir de helicóptero.
  3. C)fazer tomografia de crânio e de abdome, sem contraste.
  4. D)infundir coloides sintéticos, para normalizar a pressão arterial.
  5. E)reavaliar rapidamente, transfundir sangue e fazer a transferência.GABARITO

Explicação

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