Marilda tem 72 anos e é portadora de diabetes mellitus do tipo 2 insulino-dependente e hipertensão arterial sistêmica. Resolveu não se vacinar contra a COVID-19 após se informar sobre os efeitos colaterais da vacina em redes sociais. Há cerca de 6 dias, iniciou quadro de tosse seca, dor de garganta e coriza. Estava evoluindo bem, até que iniciou quadro de dispneia em ar ambiente e agitação psicomotora utuante. Buscou atendimento médico, que evidenciou os sinais vitais: PA 90x50 mmHg, FC 132 bpm, FR 28 irpm, saturação de O2 83% em ar ambiente, pulsos radiais liformes, tempo de enchimento capilar prolongado, palidez e cianose mucocutânea, edema simétrico de membros inferiores 2+/4+. A ausculta pulmonar revelava estertoração na e simétrica em ambos os hemitórax, até o terço superior. A ausculta cardíaca continha presença de B3. Após estabilização inicial, foi solicitada uma radiografia de tórax, com os seguintes achados: Fonte da imagem: apostila de choque do profº Bruno Ferraz. Qual a classificação de choque mais provável para esse paciente?

  1. A)Choque séptico.
  2. B)Choque obstrutivo.
  3. C)Choque hipovolêmico.
  4. D)Choque cardiogênico.GABARITO
  5. E)Choque anafilático.

Explicação

A explicação comentada desta questão, com a trilha adaptativa que mostra onde você perde ponto, está disponível para quem faz o diagnóstico. Começar agora, de graça →

Fazer o diagnóstico grátis de ENAMED