Um homem com 35 anos de idade, vítima de politraumatismo por colisão de veículo com uma árvore, em uso de cinto de segurança, foi retirado das ferragens e levado ao pronto-socorro pelo SAMU. Ao exame físico do paciente, verifica-se: PA de 100 × 80 mmHg; FC de 118 bpm; FR de 26 irpm; e Glasgow de 12. À ausculta pulmonar: via aérea pérvia, sons respiratórios diminuídos à esquerda, com dor e crepitação à palpação de parede torácica à esquerda. À ausculta cardíaca: bulhas cardíacas normais, sem sinais de distensão jugular. A avaliação abdominal e pélvica não demonstrou anormalidades, verificando-se fratura exposta em terço médio de fêmur à direita. Com relação ao caso clínico apresentado, considerando a conduta imediata a ser adotada, conclui-se tratar-se de paciente com

  1. A)hemopneumotórax, devendo ser submetido a radiografia de tórax para confirmação diagnóstica, e ser realizada drenagem de tórax em quinto espaço intercostal esquerdo na linha axilar anterior.GABARITO
  2. B)tamponamento cardíaco, devendo ser submetido a radiografia de tórax para confirmação diagnóstica, e ser realizada punção com agulha no segundo espaço intercostal esquerdo paraesternal.
  3. C)fratura de arcos costais, sendo necessária entubação orotraqueal e, após a estabilização clínica, ser realizada radiografia de tórax para confirmação diagnóstica, além de imobilização por seis semanas.
  4. D)trauma torácico fechado e fratura exposta de fêmur, sendo necessário manter aporte de oxigênio em máscara e analgesia forte, e ser encaminhado, o mais rápido possível, ao centro cirúrgico, para tratamento da fratura de fêmur.

Explicação

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