Primigesta de 17 anos, com 31 semanas de gestação, procurou a Emergência Obstétrica queixando-se de contrações. Informou ter realizado acompanhamento prénatal inadequado. Trouxe ultrassonogra a sem laudo, realizada no 2º trimestre (imagens fetais reproduzidas abaixo). Ao exame físico, a paciente apresentava sinais vitais normais, 3 contrações em 10 minutos, colo médio, 70% apagado, com dilatação de 4 cm e bolsa íntegra; o feto encontrava-se em apresentação cefálica, com batimentos cardiofetais de 140 bpm. Considerando os diagnósticos fetal e materno corretos, que conduta, dentre as abaixo, é a mais adequada?

  1. A)Liberar a paciente para o domicílio após 1 hora de observação (desde que sem aumento da dilatação), com prescrição de progesterona por via vaginal, e orientar para que retorne se houver aumento das contrações ou diminuição da movimentação fetal.
  2. B)Internar a paciente e administrar tocolítico e corticosteroide se os resultados dos exames laboratoriais e a avaliação de bem-estar fetal estiverem normais; se o trabalho de parto evoluir, administrar sulfato de magnésio. A via de parto pode ser vaginal ou cesáreaGABARITO
  3. C)Internar a paciente e realizar indução do trabalho de parto após 12 horas da administração de sulfato de magnésio e se os resultados dos exames laboratoriais estiverem normais. A tocólise está contraindicada para este tipo de malformação fetal. A via de parto pode ser vaginal.
  4. D)Internar a paciente e realizar cesariana após 48 horas da administração de corticosteroide e 12 horas de sulfato de magnésio. A tocólise e o parto vaginal estão contraindicados para este tipo de malformação fetal.

Explicação

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