Medicina de Familia e Comunidade
Dor pélvica crônica Sandra, 37 anos, procura atendimento na Unidade Básica de Saúde devido à dor pélvica há cerca de 18 meses. Refere que já fez diversos exames, mas, por achar que a última ultrassonografia transvaginal realizada há seis meses não tem mais utilidade, quer realizar novo exame. Ela tem quatro lhos em idades de 3 a 15 anos e está separada do pai deles há um ano. Na abordagem de dor pélvica, espera-se que o médico que a atenda:
- A)Diga que possivelmente não será necessário realizar uma laparoscopia, considerando que, em 10% a 20% desses procedimentos, não são encontrados achados cirúrgicos.
- B)Faça questionários de rastreamento para depressão, somatização e abuso sexual, além de qualificar a dor e verificar história prévia de dependência química.GABARITO
- C)Encaminhe a paciente para a psicóloga e só volte a realizar a investigação caso seja descartado um problema de origem psicológica ou auso sexual prévio.
- D)Prescreva de forma empírica a antibioticoterapia para doença inflamatória pélvica crônica, associando levofloxacina, azitromicina e metronidazol por catorze dias.
- E)Inicie um inibidor seletivo da recaptação de serotonina, considerando a associação com sintomas psicológicos, mesmo que não apresente ansiedade ou depressão.
Explicação
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