João, solteiro convicto, tinha o sonho de ser pai. Com esse objetivo, procurou uma clínica especializada no exterior e realizou a técnica de fertilização in vitro. A gestação por substituição, por sua vez, foi realizada por Marie, pessoa c qual João não mantinha qualquer relação afetiva. Logo após o parto, a criança XX foi entregue a João, que retornou ao ter brasileiro e a registrou apenas em seu nome. Como João é servidor público, requereu ao Departamento de Recursos Humanos da repartição pública a fruição de licença-maternidade, considerando o ônus que assumiria, de cuidar, sozinho, de XX. Ao analisar a ordem constitucional, a autoridade competente explicou corretamente a João que ele:
- A)não faz jus à referida licença, pois não poderia ser equ à mãe na medida em que XX possuía mãe conhecida;GABARITO
- B)faz jus à licença-maternidade, desde que seja demonstrad que Marie não requereu a fruição de benefício similar no exterior;
- C)não faz jus à licença-maternidade, pois a igualdade entr homens e mulheres é excepcionada pelas situações previst na ordem constitucional;
- D)somente faria jus à licença-maternidade caso a legislaçã expressamente o autorizasse, o que decorria do princípio legalidade estrita que deve reger a Administração Públic
- E)faz jus à licença-maternidade, considerando que XX deve protegida com absoluta prioridade, além de os direitos s da mulher também se destinarem à proteção da criança.
Explicação
A explicação comentada desta questão, com a trilha adaptativa que mostra onde você perde ponto, está disponível para quem faz o diagnóstico. Começar agora, de graça →